Fontes e referências
A mitologia nórdica chegou até nós por poemas, narrativas e registros preservados em épocas diferentes. Esta seleção reúne traduções públicas de textos medievais para comparar os relatos com os verbetes do glossário.
Como ler as fontes
As Eddas não formam um relato único e sem divergências. Uma tradução também contém escolhas do tradutor. Distinga o que o texto relata das interpretações simbólicas e das adaptações modernas. Leituras esotéricas contemporâneas não devem ser tratadas como testemunhos medievais. Uma referência de leitura não valida automaticamente todas as interpretações de um verbete.
Critérios editoriais
Nos verbetes revistos, indicamos capítulos ou estrofes e a edição utilizada. Um nome em um catálogo não comprova poderes, personalidade ou uma biografia. Separamos interpretações editoriais dos relatos; em runas, distinguimos escrita, poemas históricos e recepção contemporânea. As capas são interpretações artísticas, não reconstruções documentais. As notas de tradutores também devem ser distinguidas dos textos que traduzem.
Lokasenna — Edda Poética
Poema anônimo; tradução inglesa de Henry Adams Bellows (1923).
Disputa verbal no banquete de Ægir. Distinguir acusações dos personagens de uma descrição neutra dos acontecimentos.
Baldrs draumar — Edda Poética
Poema anônimo; tradução inglesa de Henry Adams Bellows (1923).
A viagem de Odin à profetisa e os presságios da morte de Baldr.
Poemas rúnicos — textos, traduções e notas
Bruce Dickins, Runic and Heroic Poems of the Old Teutonic Peoples (1915), pp. 12–33. Fac-símile em PDF.
Comparação das tradições anglo-saxã, norueguesa e islandesa. Os poemas pertencem a alfabetos diferentes e não constituem uma tabela de divinação do Futhark antigo.
Gylfaginning — Edda em Prosa
Snorri Sturluson; tradução inglesa de Arthur Gilchrist Brodeur (1916).
Criação, deuses, Yggdrasil, animais míticos e Ragnarök. Consulte os capítulos indicados em cada verbete.
Skáldskaparmál — Edda em Prosa
Snorri Sturluson; tradução inglesa de Arthur Gilchrist Brodeur (1916).
Linguagem poética e relatos sobre os tesouros divinos, Iðunn, o hidromel da poesia e o ouro de Andvari.
Völuspá — Edda Poética
Poema anônimo; tradução inglesa de Henry Adams Bellows (1923).
Cosmogonia, catálogo de anões e profecia do Ragnarök. O catálogo de nomes não é uma biografia de cada anão.
Grímnismál — Edda Poética
Poema anônimo; tradução inglesa de Henry Adams Bellows (1923).
Salões divinos, corvos de Odin, animais de Valhalla e Yggdrasil.
Fáfnismál — Edda Poética
Poema anônimo; tradução inglesa de Henry Adams Bellows (1923).
O encontro de Sigurd com Fafnir e suas consequências no ciclo heroico.